Procon-SP e Ipem-SP fiscalizam varejo para evitar venda de brinquedo Bindeez

Brinquedo teve venda suspensa porque suas peças, se engolidas, podem se transformar em substância semelhante ao “ecstasy líquido”.

O Procon-SP e o Instituto de Pesos e Medidas (Ipem-SP), através de suas equipes de fiscalização, iniciaram nesta sexta-feira (9) uma operação de controle da venda dos brinquedos da linha Bindeez, cuja suspensão foi determinada nesta quinta-feira (8) pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro).

Caso algum brinquedo seja encontrado à venda, a loja será notificada e o produto lacrado. A suspensão da venda é uma medida preventiva, já que ainda não se sabe se os produtos Bindeez comercializados no Brasil de fato contêm substâncias tóxicas.

A Long Jump, importadora do produto, encaminhou novas amostras ao Instituto para Certificação Expressa de Produtos (Icepex), instituição que certificou o Bindeez para venda no Brasil, para determinar se, de fato, representa risco às crianças. Os resultados dos novos testes devem sair na semana que vem, segundo a Long Jump.

O Bindeez foi recolhido na Austrália, EUA e Canadá porque suas partes, quando engolidas, se transformam em uma substância similar ao GHB (ácido gama-hidroxibutírico), droga conhecida como “ecstasy líquido”, usada no golpe “Boa Noite, Cinderela”.
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