Eleiçõs para prefeitos e vereadores nos municipios da Bahia. 2008. Conceição do Almeida.Bahia.

Livre arbítrio, indicando qual é o caminho para a transformação do município.

Como o Sr. Marilson analisa processo eleitoral de Conceição do Almeida?

-Eu vejo que o processo eleitoral de Conceição do Almeida, tende a ser diferente em relação as ultimas eleições por que os três pré-candidatos terão o compromisso de transformar a realidade sócio-política e econômica do município de Conceição do Almeida.

O candidato da coligação o Povo no Poder o vereador e professor Batata é o único que tem proposta clara para alavancar o processo de desenvolvimento do nosso município e o que me leva acreditar nisso são os três anos de seu mandato como vereador desta cidade implementando ações como, projetos luz no campo para todos, esporte no campo, educar no campo, segundo tempo, TOPA (Todos Pela Alfabetização), cursos de capacitação profissional, regularização das terras do assentamento da Fazenda Água Branca e outros. Por isso é que acreditamos que o professor Batata é o melhor candidato para administrar o nosso município.

Qual afinidade do professor Batata com o governo do estado?

-A afinidade do professor batata com o Governo do Estado é uma relação de base aliada desde a campanha de dois anos atrás onde nós fizemos uma campanha de pés no chão e conseguimos eleger o Presidente Lula e o governador Jaques Wagner e os deputados Edson Pimenta e Alice Portugal e com esse time que o vereador Batata vem transformando a realidade pacata do nosso município fazendo com que as políticas publicas implantada pelo governo federal, estadual e o mandato dos nossos deputados Edson e Alice e o mandato do vereador batata que estabelecemos esse elo de ligação sólida para que essas ações chegassem as camadas mas carentes do nosso município.

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ECONOMIA 04/06/2007 09:31 | COMENTARIOS (0)Fabricantes de calçados deixam o País para não पेर्देर.

ECONOMIA



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04/06/2007 09:31 COMENTARIOS (0)
Fabricantes de calçados deixam o País para não perder
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Se a cotação do dólar continuar dificultando as exportações dos calçados brasileiros, as etiquetas Made in Brazil, que figuram nas solas de sapatos vendidos em lojas de departamentos mundo afora, serão coisa do passado. Para sobreviver ao câmbio e não perder espaço no mercado internacional, indústrias nacionais estão deixando o País para fabricar no exterior. A lista das que estão de saída ou já transferiram-se para outro País, pelo menos em parte, é grande: Azaléia, Paquetá, Paramont, São Paulo Alpargatas, West Coast, Vulcabrás, só para citar algumas. A emigração da produção nacional já atinge fornecedores do setor. A Formas Kunz, maior exportadora brasileira de fôrmas para calçados, fundada em Nova Hamburgo (RS), em 1927, conclui mil metros quadrados de uma nova fábrica em Chennai, sul da Índia, com investimentos de U$ 2,5 milhões. As operações devem ser iniciadas em julho, com 50 funcionários e produção diária de mil pares – um quarto do que a empresa produz no Brasil e quase o dobro das exportações. Até o final do ano, as instalações serão ampliadas para 4 mil metros quadrados. No Brasil, a Kunz já fechou duas fábricas, dispensando 150 funcionários. A fábrica na Índia produzirá para mercados próximos como China, Paquistão, Afeganistão e norte da África. Também atenderá à crescente demanda no mercado interno.A Índia já é o segundo maior produtor de calçados do mundo, com 2 bilhões de pares produzidos em 2006, pouco mais de 10% para exportação. Perde apenas para a China, que chegou a 10 bilhões de pares no ano passado, 70% com destino a outros países. O Brasil vem em seguida, mas, em números, está distante dos concorrentes, com 725 milhões de pares, sendo 189 milhões para o exterior – menos de 3% do dragão chinês.Azaléia e West CoastDesde outubro, a Azaléia abastece 25% do seu mercado externo com calçados produzidos por fábricas terceirizadas na China. Foi o primeiro país a atrair empresas calçadistas brasileiras, nos anos 1990, quando desembarcou por lá a Paramont, que hoje produz 25 milhões de pares por ano em mais de 30 fábricas terceirizadas na região de Cantão, sudoeste do país, que concentra 80% da produção de calçados chineses.China e Índia estão nos planos da West Coast, que estuda transferir parte de sua produção de exportação – 30% dos 2,4 milhões de pares fabricados anualmente – para a Ásia ou América Latina. Executivos acabam de voltar de uma visita aos gigantes asiáticos e avaliam a melhor opção para escoar a produção com destino a 65 países. Guatemala e Argentina estão sendo considerados. Além de melhor câmbio, a Argentina tem carga tributária de 21% do PIB contra quase 40% no Brasil e é um importante mercado para a West Coast. Para lá já foram a Vulcabrás, que se associou à Alpargatas Argentina , e a Paquetá, que está investindo U$ 65 milhões na produção dos tênis Adidas e Diadora em Chivilcoy, província de Buenos Aires.HavaianasA São Paulo Alpargatas, que há dois anos passou a fabricar parte da linha esportiva na China, já não descarta transferir para o exterior a produção das brasileiríssimas sandálias Havaianas. A empresa está em processo de compra da Alpargatas Argentina. O valor não foi revelado. Também abriu escritório comercial nos Estados Unidos para intensificar as vendas no país. A Havaianas é a principal marca brasileira no exterior, com imagem fortemente associada ao País, de onde é exportada para 80 nações. Em 2006, foram produzidos 162 milhões de pares. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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