Lula perde votos e Marina empata com Bolsonaro; Rio erra de novo com Royalties. Jornais de domingo (15)

Pesquisa Datafolha mostra que, após a prisão, o ex-presidente Lula perdeu parte de seu eleitorado na corrida presidencial e candidatos como Marina Silva (Rede) e Ciro Gomes (PDT) ganham alguns dos votos que pertenciam ao petista.

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Marina Silva: empatada com Bolsonaro se Lula sair da disputa eleitoral (MSILVA Online/Divulgação)

Levantamento encerrado na última sexta-feira (13) aponta Lula com 31% das intenções de voto no cenário em que ele tem o melhor desempenho. No fim de janeiro, ele alcançava até 37%.

Mas a Folha de S. Paulo destaca que, em um cenário sem o ex-presidente, Jair Bolsonaro (PSL) e Marina empatam tecnicamente na liderança. Enquanto ele tem 17% das intenções, ela oscila entre 15% e 16%. “Preso, Lula perde votos; sem ele, Marina sobe e alcança Bolsonaro”, revela a manchete da Folha.

O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) registra 9%, empatado com o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB), com até 8%, e Joaquim Barbosa (PSB), ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), que tem de 9% a 10%. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

Cotados para substituir Lula, Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo, e Jaques Wagner, ex-governador da Bahia, têm apenas 2%. Entre os que declaram voto em Lula, contudo, 66% dizem que apoiariam nome indicado pelo ex-presidente petista.

O Estado de S. Paulo também dá ênfase às próximas eleições e mostra que a falta de regras estabelecidas para a pré-campanha tem permitido que os candidatos usem estruturas de marketing e participem de atos em todo o país sem ter que prestar contas.

Segundo o jornal, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estabelece que a campanha só pode começar no dia 16 de agosto. No entanto, não há determinação clara sobre o que pode ser feito no período de pré-campanha. “Sem regras, pré-campanha se transforma em vale tudo”, sublinha o título principal do Estadão.

O Globo também trata da eleição na primeira página, mas destaca na manchete que, apesar das previsões otimistas para o petróleo no Estado do Rio de Janeiro, o governo e as prefeituras não estão se preparando para gerar um ciclo de desenvolvimento da área.

De acordo com o matutino carioca, a retomada da Bacia de Campos, o aumento dos investimentos da Petrobras e a maior produção do pré-sal devem estabelecer uma “era de ouro” do petróleo carioca.

Os royalties para o Estado devem subir de R$ 7,1 bilhões em 2017 para R$ 19,8 bilhões em 2030. Já os municípios devem mudar de R$ 3,9 bilhões em 2017 para R$ 12,5 bilhões em 2030. “Novos ‘royalties’, velhos erros”, aponta a manchete do Globo.

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