Brasil abre 2016 com recorde de 59 milhões de inadimplentes, diz Serasa

Brasil abre 2016 com recorde de 59 milhões de inadimplentes, diz Serasa

Fonte: Brasil abre 2016 com recorde de 59 milhões de inadimplentes, diz Serasa

Brasil abre 2016 com recorde de 59 milhões de inadimplentes, diz Serasa Experian

SÃO PAULO (Reuters) – O Brasil iniciou 2016 com 59 milhões de pessoas com contas em atraso, o maior nível desde o início da série iniciada em 2012, refletindo o aumento do desemprego, informou nesta quinta-feira a Serasa Experian,

O dado aponta um aumento de quase 5 milhões de pessoas, ou 9,1 por cento, em relação a janeiro de 2015, no número de indivíduos com atraso de pelo menos 60 dias em algum compromisso financeiro.

Em volume financeiro, as dívidas em atraso, que incluem as financeiras como cartões de crédito, além de prestações de compras no comércio e mensalidades de serviços públicos (luz, água, telefone) chegam a 255 bilhões de reais.

Segundo a Serasa Experian, o avanço é estimativo, já que a entrada em vigor de uma nova lei em São Paulo, em agosto, que estabelece a inclusão na lista de inadimplentes apenas de pessoas que assinarem um documento reconhecendo a dívida, impede a totalização precisa dos dados, afirmou a companhia à Reuters.

Segundo pesquisa da Serasa Experian, 26 por cento das pouco mais de 8 mil pessoas entrevistadas apontaram o desemprego como principal causa dos atrasos.

O número vem num momento em que outros fatores, como a inflação e os juros altos, têm empurrado para baixo a confiança do consumidor no Brasil, que caminha para a pior recessão em mais de um século.

O Ministério do Trabalho divulgou nesta quinta-feira que o Brasil fechou 1,542 milhão vagas formais de trabalho no ano passado, sendo 596.208 somente em dezembro, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Os dados marcam o pior resultado anual desde o início da série histórica em 1992. nL2N1551FM]

Na semana passada, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do IBGE já apontava para taxa de desemprego de 9 por cento no trimestre encerrado em outubro, nível mais alto da série iniciada em 2012, com 9,077 milhões de pessoas procurando trabalho.

Para evitar uma expansão ainda maior dos calotes, os bancos têm preferido conceder crédito em operações consideradas menos arriscadas, como consignado.

Dilma diz que não há contradição entre aumento no crédito e política

Dilma diz que não há contradição entre aumento no crédito e política monetária atual.

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A presidente Dilma Rousseff disse nesta sexta-feira que não vê contradição entre aumento de crédito e a atual política monetária e afirmou que o Banco Central tem autonomia para tomar suas decisões, mas não é independente.

Dilma afirmou ainda, em café da manhã com jornalistas no Palácio do Planalto, que a maior preocupação do governo é com a alta no desemprego e que medidas para aumentar o crédito visam a limitar as perdas de empregos.

O governo enfrenta um quadro de recessão, aumento do desemprego e inflação alta, aliado à instabilidade política agravada pelo início de um processo de impeachment contra a presidente na Câmara dos Deputados.

Segundo Dilma, a recuperação econômica depende da estabilidade fiscal e do controle da inflação.

Sobre o processo de impeachment, a avaliação da presidente é que tem impacto no longo prazo na estabilidade política do país. Precisando mais do que nunca de apoio de sua base no Congresso Nacional, que vem apresentando fissuras, Dilma afirmou que não vai interferir em nenhuma questão interna desses partidos.

(Por Alonso Soto e Lisandra Paraguassu)

Dilma diz que processo de impeachment tem impacto no longo prazo » Brasil

Em café da manhã com jornalistas no Palácio do Planalto.
Em café da manhã com jornalistas no Palácio do Planalto.
Em café da manhã com jornalistas no Palácio do Planalto. Dilma diz que processo de impeachment tem impacto no longo prazo na estabilidade política.

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Petrobras pede à CVM cancelamento de oferta » Notícias

A Petrobras protocolou solicitação junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para que seja cancelado seu pedido

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Petrobras pede à CVM cancelamento de oferta de debêntures de R$3 bi

SÃO PAULO (Reuters) – A Petrobras protocolou solicitação junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para que seja cancelado seu pedido de registro de oferta de debêntures simples, inicialmente previsto para o montante de 3 bilhões de reais, citando condições de mercado desfavoráveis, de acordo com publicação nesta sexta-feira.

Em outubro, a petroleira havia requerido que a CVM interrompesse a análise do pedido de registro da oferta de debêntures até esta sexta-feira, 15 de janeiro, devido às condições adversas do mercado.

A emissão seria feita em até três séries, com o BB Banco de Investimento como coordenador líder.

(Por Priscila Jordão)