Cheques sem fundos no Brasil em julho batem recorde para o mês

Cheques sem fundos no Brasil em julho batem recorde para o mês.
O percentual de devoluções de cheques sem fundos no Brasil em julho foi de 2,29 por cento, índice mais alto para o mês desde que a série foi criada, em 1991, informou nesta terça-feira o Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos.

Economia do Japão tem contração no 2º tri, em revés para governo de Abe

Primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, durante cerimônia em Tóquio. 15/08/2015 REUTERS/Toru Hanai
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Por Leika Kihara e Tetsushi Kajimoto

Economia do Japão tem contração no 2º tri, em revés para governo de Abe

Primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, durante cerimônia em Tóquio. 15/08/2015  REUTERS/Toru Hanai
Primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, durante cerimônia em Tóquio. 15/08/2015
REUTERS/Toru Hanai

TÓQUIO (Reuters) – A economia do Japão registrou uma contração de 1,6 por cento, em termos anualizados, entre abril e junho, com queda das exportações e menores gastos dos consumidores, aumentando a pressão sobre o primeiro-ministro Shinzo Abe para intensificar seus esforços para impulsionar a economia após décadas de deflação.

A desaceleração da economia da China e seu impacto sobre seus vizinhos asiáticos também elevou a chance de que qualquer recuperação do crescimento no trimestre entre julho e setembro seja modesta, disseram analistas.

Os dados fracos somam-se a sinais de que a economia do Japão está paralisada e dão força à pressão para que o governo ofereça novos estímulos monetários ou fiscais ainda neste ano.

A contração do Produto Interno Bruto (PIB) é menor do que a mediana das estimativas do mercado, que previa queda de 1,9 por cento, e vem após expansão revisada de 4,5 por cento no primeiro trimestre, mostraram dados do Gabinete nesta segunda-feira. No trimestre, a queda ficou em 0,4 por cento, contra previsão de 0,5 por cento.

“Se a fraqueza no consumo do setor privado persistir, será mais um golpe contra o governo Abe, que enfrenta queda em suas taxas de aprovação antes da eleição na câmara alta (do Parlamento) no ano que vem”, disse o economista-chefe para o Japão do Credit Suisse, Hiromichi Shirakawa. “Isso pode aumentar as chances de estímulos fiscais adicionais”.

O consumo privado, que responde por cerca de 60 por cento da atividade econômica, recuou 0,8 por cento no trimestre em relação ao período imediatamente anterior, o dobro do previsto por analistas.

Economistas veem queda do PIB também em 2016 e pioram projeção de recessão deste ano

Economistas veem queda do PIB também em 2016 e pioram projeção de recessão deste ano

Bandeiras em frente à sede do Banco Central, em Brasília. 15/01/2014  REUTERS/Ueslei Marcelino
Bandeiras em frente à sede do Banco Central, em Brasília. 15/01/2014
REUTERS/Ueslei Marcelino

SÃO PAULO (Reuters) – Economistas de instituições financeiras pioraram ainda mais suas previsões de desempenho da economia brasileira e a agora estimam recuo de 2,01 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano e de 0,15 por cento em 2016, mostrou nesta segunda-feira a pesquisa Focus do Banco Central.

Na semana passada, a mediana das estimativas era de uma queda de 1,97 do PIB em 2015 e de estabilidade no ano que vem.

Os economistas também fizeram um leve ajuste na projeção de inflação em 2016, para 5,44 por cento (ante 5,43 por cento), mas repetiram a previsão de 9,32 por cento para este ano, depois de 17 semanas seguidas de aumento.

Nesse contexto, os analistas passaram a projetar que os juros básicos devem fechar o ano que vem a nível mais baixo do que o previamente estimado. Segundo o Focus, a mediana das estimativas para a Selic no final de 2016 foi a 11,88 por cento, comparado a 12 por cento no levantamento anterior.

Para este ano, economistas não mudaram suas previsões para a política monetária, ainda esperando que a taxa básica de juros termine no atual patamar, de 14,25 por cento.

Nos mercados de juros futuros, investidores chegaram a apostar firmemente em nova alta da Selic em setembro, diante da grave crise política que atravessa o país e do recente salto do dólar em relação ao real. Mas essas apostas perderam força e o mercado de DIs fechou a sessão passada mostrando posições majoritárias de manutenção da taxa.

Na sexta-feira, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, reiterou que manter a Selic no atual patamar por período “suficientemente prolongado” é necessário para garantir a convergência da inflação à meta.

(Por Bruno Federowski)

Hiroshima marca bombardeio atômico, se preocupa com passos em direção a guerra

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