Festa de São João 2009

Prefeitura de Conceição do Almeida divulga atrações do São João 2009

O Prefeito Adailton Campos Sobral ( Ito de Bega ) divulgou na sexta-feira(05), as atrações do São João de Conceição do Almeida 2009. Trazendo como tema É O SÃO JOÃO DE UM NOVO TEMPO, o São João desse ano tem em sua grade mais de 30 atrações.

A festa começa dia 20 de junho, sábado, e se encerra no dia 24 de junho. O São João de Conceição do Almeida desse ano conta ainda com a Palco 2, e o Coreto durante o dia, com total infra-estrutura.

Dia 25 de junho o Projeto Quinta no Mercado continua e completa o São João de Conceição do Almeida.

PROGRAMAÇÃO:

20/06

20:00h – Robson Farias

22:00h – Sarapatel com pimenta

00:00h – Os Mamulengos

02:00h – Forró do BOM

21/06

19:00h – Márcio Moreno

21:00h – Canários do Reino

23:00h – Kbra da Pest

01:00h – Os Cumpadi

03:00h – Arrybahê

22/06

21:00h – Cumade Karolina

23:00h – Canina do Forró

01:00h – Coração da Gente

03:00h – Arnaldo Farias

23/06

22:00h – Luisinho de Irauçuba

00:00h – Virgilio

02:00h – Acarajé com Camarão

04:00h – Banda Raizes

24/06

20:00h – Italo & Renno

22:00h – Dio do Acordeon

24:00h – Segredo do Balanço

Hamilton vence a primeira na Fórmula 1

Hamilton vence a primeira na Fórmula 1
Massa é desclassificado em corrida marcada por forte batida do polonês Robert Kubica
GLOBOESPORTE.COM Montreal, Canadá
Lewis Hamilton, da McLaren, conseguiu sua primeira vitória na Fórmula 1 no GP do Canadá. O inglês dominou a corrida, marcada pelo forte acidente de Robert Kubica, da BMW Sauber, desde o início e não deu chances para os rivais. De quebra, ele assumiu a liderança do campeonato, com 48 pontos. O alemão Nick Heidfeld, companheiro do polonês acidentado, foi o segundo, e o austríaco Alexander Wurz, da Williams, fechou o pódio.
Lewis Hamilton comemora sua primeira vitória na Fórmula 1. Ele chegou em primeiro no GP do Canadá, neste domingo
Heikki Kovalainen, da Renault, conseguiu uma excelente quarta posição e se reabilitou de um péssimo início de temporada. Kimi Raikkonen, da Ferrari, chegou em uma decepcionante quinta colocação, à frente de Takuma Sato, da Super Aguri, que ultrapassou a McLaren de Fernando Alonso para chegar na sexta posição. O espanhol foi apenas o sétimo, à frente de Ralf Schumacher. Felipe Massa, da Ferrari, e Giancarlo Fisichella, da Renault, foram desclassificados por terem saído dos boxes com a luz vermelha acesa. O pit lane estava fechado, portanto eles não poderiam ir para a pista. Ao ser focalizado pelas câmeras de TV, o brasileiro demonstrou toda a sua contrariedade pela medida tomada pela direção de prova.

No final do ano passado, um espião russo, ex-funcionário da temida KGB, aparece morto por uma doença terrível e desconhecida.

No final do ano passado, um espião russo, ex-funcionário da temida KGB, aparece morto por uma doença terrível e desconhecida. Agora, a viúva desse espião e o melhor amigo dele lançam um livro que acusa: foi o próprio presidente da Rússia que ordenou o assassinato.O ex-espião russo chama-se Alexander Litvinenko, conhecido por Sasha. Ele tinha 42 anos de idade, era atlético e saudável. Só que, em novembro do ano passado, uma dose de veneno devastou seu aparelho digestivo, destruiu o DNA de suas células e causou a falência de todos os órgãos. O veneno era um elemento radioativo muito raro: o polônio 210. Sasha morreu em 23 de novembro de 2006. Três semanas antes, um encontro misterioso já tinha selado o destino dele. De acordo com os promotores britânicos, o envenenamento aconteceu em um bar, dentro do Hotel Millenium, no centro de Londres. Neste local, Sasha se encontrou com dois conhecidos dele, russos, para falar de negócios. Um desses conhecidos é acusado pelo governo britânico de ter matado Sasha.
Livro
Esta historia está agora sendo contada em livro, escrito pela mulher de Sasha, Marina Litvinenko, e por um dos maiores amigos dele, o doutor Alexander Goldfarb. No livro, os dois fazem uma acusação direta: foi o governo do presidente russo, Vladimir Putin, que mandou matar Sasha. Os dois ressaltam que 97% da produção mundial de polônio vêm da Rússia e que, embora o caso de Sasha seja o primeiro da história por envenenamento com polônio, a substância faz parte do manual de venenos da KGB, a polícia secreta da ex-União Soviética.
Acusações e MSI
Sasha era famoso na Rússia. Ex-agente da KGB, no ano 2000, Sasha foi à TV acusar seus próprios chefes de corrupção e de planejar e executar assassinatos. Foi preso. Ao sair da cadeia, fugiu com Marina e o filho para a Inglaterra. No exílio, seguiu com críticas ferozes a Putin. A principal delas: acusou o presidente russo de mandar explodir prédios residenciais em Moscou, matando centenas de civis, e jogar a culpa em terroristas, para usar isso como pretexto para massacrar a Chechênia, região que busca se separar da Rússia.

Em dólares, salário mínimo atinge o maior valor desde 1953

A queda acentuada do dólar nos últimos meses, apesar de criticada pelo setor exportador, proporcionou a obtenção de um valor histórico para o salário mínimo – pelo menos com referência na moeda norte-americana. Com o dólar oscilando próxima da barreira dos R$ 1,96, o salário mínimo brasileiro de R$ 380 alcançou US$ 194. Na semana passada, quando o dólar caiu a R$ 1,90, chegou ao patamar inédito de US$ 200. Estes são os maiores valores pelo menos desde 1953, quando tem início a série histórica do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e do Banco Central. Em janeiro de 1953, o salário mínimo estava em US$ 64,21. No início dos anos 60, porém, já havia recuado para cerca de US$ 32. Ao patamar de US$ 50, o salário mínimo chegou somente em 1973. A barreira dos US$ 100, por sua vez, foi atingida em 1981, mas voltou a cair nos meses subsequentes. Se firmou acima dos US$ 100 somente em meados de 1995, após o Plano Real, mas voltou a cair abaixo disso em 1999 com a crise da Rússia – quando o real perdeu valor e o dólar subiu. O salário mínimo ultrapassou somente em 2006 a marca dos US$ 150.

ECONOMIA 04/06/2007 09:31 | COMENTARIOS (0)Fabricantes de calçados deixam o País para não पेर्देर.

ECONOMIA



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04/06/2007 09:31 COMENTARIOS (0)
Fabricantes de calçados deixam o País para não perder
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Agencia Estado
Se a cotação do dólar continuar dificultando as exportações dos calçados brasileiros, as etiquetas Made in Brazil, que figuram nas solas de sapatos vendidos em lojas de departamentos mundo afora, serão coisa do passado. Para sobreviver ao câmbio e não perder espaço no mercado internacional, indústrias nacionais estão deixando o País para fabricar no exterior. A lista das que estão de saída ou já transferiram-se para outro País, pelo menos em parte, é grande: Azaléia, Paquetá, Paramont, São Paulo Alpargatas, West Coast, Vulcabrás, só para citar algumas. A emigração da produção nacional já atinge fornecedores do setor. A Formas Kunz, maior exportadora brasileira de fôrmas para calçados, fundada em Nova Hamburgo (RS), em 1927, conclui mil metros quadrados de uma nova fábrica em Chennai, sul da Índia, com investimentos de U$ 2,5 milhões. As operações devem ser iniciadas em julho, com 50 funcionários e produção diária de mil pares – um quarto do que a empresa produz no Brasil e quase o dobro das exportações. Até o final do ano, as instalações serão ampliadas para 4 mil metros quadrados. No Brasil, a Kunz já fechou duas fábricas, dispensando 150 funcionários. A fábrica na Índia produzirá para mercados próximos como China, Paquistão, Afeganistão e norte da África. Também atenderá à crescente demanda no mercado interno.A Índia já é o segundo maior produtor de calçados do mundo, com 2 bilhões de pares produzidos em 2006, pouco mais de 10% para exportação. Perde apenas para a China, que chegou a 10 bilhões de pares no ano passado, 70% com destino a outros países. O Brasil vem em seguida, mas, em números, está distante dos concorrentes, com 725 milhões de pares, sendo 189 milhões para o exterior – menos de 3% do dragão chinês.Azaléia e West CoastDesde outubro, a Azaléia abastece 25% do seu mercado externo com calçados produzidos por fábricas terceirizadas na China. Foi o primeiro país a atrair empresas calçadistas brasileiras, nos anos 1990, quando desembarcou por lá a Paramont, que hoje produz 25 milhões de pares por ano em mais de 30 fábricas terceirizadas na região de Cantão, sudoeste do país, que concentra 80% da produção de calçados chineses.China e Índia estão nos planos da West Coast, que estuda transferir parte de sua produção de exportação – 30% dos 2,4 milhões de pares fabricados anualmente – para a Ásia ou América Latina. Executivos acabam de voltar de uma visita aos gigantes asiáticos e avaliam a melhor opção para escoar a produção com destino a 65 países. Guatemala e Argentina estão sendo considerados. Além de melhor câmbio, a Argentina tem carga tributária de 21% do PIB contra quase 40% no Brasil e é um importante mercado para a West Coast. Para lá já foram a Vulcabrás, que se associou à Alpargatas Argentina , e a Paquetá, que está investindo U$ 65 milhões na produção dos tênis Adidas e Diadora em Chivilcoy, província de Buenos Aires.HavaianasA São Paulo Alpargatas, que há dois anos passou a fabricar parte da linha esportiva na China, já não descarta transferir para o exterior a produção das brasileiríssimas sandálias Havaianas. A empresa está em processo de compra da Alpargatas Argentina. O valor não foi revelado. Também abriu escritório comercial nos Estados Unidos para intensificar as vendas no país. A Havaianas é a principal marca brasileira no exterior, com imagem fortemente associada ao País, de onde é exportada para 80 nações. Em 2006, foram produzidos 162 milhões de pares. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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