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Redução da dívida pública é fundamental, diz Meirelles

Redução da dívida pública é fundamental, diz Meirelles

Redução da dívida pública é fundamental, diz Meirelles
Redução da dívida pública é fundamental, diz Meirelles

BRASÍLIA (Reuters) – O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, destacou nesta segunda-feira que o foco na redução da dívida pública como percentual do Produto Interno Bruto (PIB) é fundamental e que o governo deve otimizar a utilização dos recursos públicos para promover a retomada do crescimento no país.

Falando durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, o chamado Conselhão, o ministro afirmou que, nesse contexto, é preciso que sejam aprovadas a reforma da Previdência e a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece um limite para o crescimento das despesas públicas. Ele também disse que são necessárias medidas adicionais para melhorar o cenário econômico do país, com maior engajamento do setor privado.

(Por Marcela Ayres; Edição de Luiz Guilherme Gerbelli)

Soldados iraquianos: coalizão está reunindo soldados para finalizar o cerco a Tal Afar (Thaier Al-Sudani/Reuters)

Xiitas no Iraque reúnem tropas para cortar suprimentos em Mosul

Xiitas no Iraque reúnem tropas para cortar suprimentos em Mosul

Bagdá – Milícias xiitas do Iraque estavam reunindo tropas nesta segunda-feira para cortar as rotas de suprimento remanescentes para Mosul, último grande bastião do Estado Islâmico no país, ao se aproximarem da estrada que liga as partes síria e iraquiana do autodeclarado “califado” dos militantes.

Seis semanas após o início da ofensiva iraquiana apoiada pelos Estados Unidos contra Mosul, o Estado Islâmico está lutando na área de Tal Afar, 60 quilômetros ao oeste, contra uma coalizão de grupos patrocinados pelo Irã conhecida como Mobilização Popular.

Interditar a estrada ocidental para Tal Afar isolaria a cidade de Mosul, que já está cercada pelo governo do Iraque e por forças curdas peshmerga no norte, sul e leste.

A unidade governamental Serviço de Contraterrorismo, treinada pelos EUA, rompeu as defesas do Estado Islâmico no final de outubro e está empenhada em ampliar a presença que estabeleceu no lado leste de Mosul.

A estrada para Tal Afar não é mais segura, disse um motorista de caminhão que a usou dois dias atrás para levar frutas e vegetais a Raqqa, o baluarte dos extremistas em solo sírio.

Ele contou ter visto três caminhões em chamas na estrada enquanto combates transcorriam nas imediações. “Essa é a última vez em que dirijo nesta estrada, ela será cortada”, disse ele à Reuters por telefone, pedindo para não ser identificado porque os insurgentes punem com a morte aqueles que são pegos se comunicando com o mundo exterior.

No final de semana, um porta-voz da Mobilização Popular disse que suas forças já estavam avançando para a rodovia principal como parte das operações para isolar Mosul.

Um repórter da Reuters no local disse que a coalizão está reunindo soldados para finalizar o cerco a Tal Afar.

A Força Aérea iraquiana, que auxilia a Mobilização Popular em sua luta perto de Tal Afar, realizou ataques aéreos que mataram 15 insurgentes, incluindo um grupo que se escondia em um túnel perto da base aérea de Tal Afar, de acordo com um comunicado militar publicado na noite de domingo.

A campanha para capturar Mosul começou em 17 de outubro, com apoio terrestre e aéreo de uma coalizão liderada pelos EUA.

A Mobilização Popular se uniu à ofensiva no final do mesmo mês, atacando Tal Afar e tomando a base aérea situada logo ao sul da cidade no dia 16 de novembro.

A ofensiva sobre Tal Afar poderia atrair a Turquia, que teme que o Irã tome a cidade habitada sobretudo por turcomenos étnicos, sunitas e xiitas, e que se localiza perto das fronteiras síria e turca.

O presidente turco, Tayyip Erdogan, disse que Ancara irá reagir se as milícias “causarem terror” em Tal Afar.

Milícias xiitas do Iraque reúnem tropas para cortar rota de suprimento para Mosul

Milícias xiitas do Iraque reúnem tropas para cortar rota de suprimento

Milícias xiitas do Iraque reúnem tropas para cortar rota de suprimento para Mosul

BAGDÁ (Reuters) – Milícias xiitas do Iraque estavam reunindo tropas nesta segunda-feira para cortar as rotas de suprimento remanescentes para Mosul, último grande bastião do Estado Islâmico no país, ao se aproximarem da estrada que liga as partes síria e iraquiana do autodeclarado “califado” dos militantes.

Seis semanas após o início da ofensiva iraquiana apoiada pelos Estados Unidos contra Mosul, o Estado Islâmico está lutando na área de Tal Afar, 60 quilômetros ao oeste, contra uma coalizão de grupos patrocinados pelo Irã conhecida como Mobilização Popular.

Interditar a estrada ocidental para Tal Afar isolaria a cidade de Mosul, que já está cercada pelo governo do Iraque e por forças curdas peshmerga no norte, sul e leste.

A unidade governamental Serviço de Contraterrorismo, treinada pelos EUA, rompeu as defesas do Estado Islâmico no final de outubro e está empenhada em ampliar a presença que estabeleceu no lado leste de Mosul.

A estrada para Tal Afar não é mais segura, disse um motorista de caminhão que a usou dois dias atrás para levar frutas e vegetais a Raqqa, o baluarte dos extremistas em solo sírio.

Ele contou ter visto três caminhões em chamas na estrada enquanto combates transcorriam nas imediações. “Essa é a última vez em que dirijo nesta estrada, ela será cortada”, disse ele à Reuters por telefone, pedindo para não ser identificado porque os insurgentes punem com a morte aqueles que são pegos se comunicando com o mundo exterior.

No final de semana, um porta-voz da Mobilização Popular disse que suas forças já estavam avançando para a rodovia principal como parte das operações para isolar Mosul.

Um repórter da Reuters no local disse que a coalizão está reunindo soldados para finalizar o cerco a Tal Afar.

A Força Aérea iraquiana, que auxilia a Mobilização Popular em sua luta perto de Tal Afar, realizou ataques aéreos que mataram 15 insurgentes, incluindo um grupo que se escondia em um túnel perto da base aérea de Tal Afar, de acordo com um comunicado militar publicado na noite de domingo.

Venezuela diz esperar relação melhor com EUA durante governo Trump

Venezuela diz esperar relação melhor com EUA durante governo Trump

Venezuela diz esperar relação melhor com EUA durante governo Trump.Em julho, Trump disse que os EUA iriam “acabar virando a Venezuela”

Por Diego Oré

CARACAS (Reuters) – O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse no domingo que espera um melhor relacionamento com os Estados Unidos depois da vitória presidencial de Donald Trump, apesar de ter chamado o magnata do setor imobiliário de “bandido e ladrão” no ano passado.

Desde que chegou ao poder, em 2013, Maduro vem atacando Washington, a quem culpa por estar por trás de uma “guerra econômica” que mergulhou o país-membro da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) em uma crise que está causando uma inflação de três dígitos e uma grande escassez de produtos.

Em julho, Trump disse que os EUA iriam “acabar virando a Venezuela” se sua rival Hillary Clinton conquistasse a Casa Branca.

“Espero que, durante a próxima presidência dos Estados Unidos, com Donald Trump, a Venezuela tenha relações melhores… e supere… erros graves cometidos por George W. Bush que infelizmente foram aprofundados por (Barack) Obama”, disse Maduro em uma transmissão televisiva.

Hugo Chávez, antecessor de Maduro, chamou o então presidente George W. Bush de “diabo” na Organização das Nações Unidas (ONU) uma década atrás, quando as relações estavam em seu pior momento.

Os dois países vêm tendo um relacionamento conturbado desde que Chávez se tornou presidente, em 1999, e a Venezuela substituiu Cuba como principal causa de exasperação para os EUA na região.

Maduro se encontrou com o secretário de Estado norte-americano, John Kerry, na Colômbia em setembro. Kerry conversou com Maduro sobre os “desafios econômicos e políticos” da Venezuela e o exortou a trabalhar com a oposição do país, de acordo com o governo dos EUA.

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Economistas veem dólar mais alto e inflação mais fraca em 2016

Economistas veem dólar mais alto e inflação mais fraca em 2016.Sobre o dólar, o mercado passou a ver a moeda norte-americana cotada a 3,30 reais

SÃO PAULO (Reuters) – A expectativa para a inflação neste ano melhorou pela segunda vez seguida, mas as perspectivas para a atividade econômica pioraram na pesquisa Focus do Banco Central, enquanto os economistas consultados voltaram a elevar a projeção para o dólar frente ao real.

O levantamento, divulgado nesta segunda-feira, apontou queda de 0,04 ponto percentual na projeção para a alta do IPCA em 2016, para 6,80 por cento por cento. Para 2017 a estimativa permaneceu em 4,93 por cento.

Sobre o dólar, o mercado passou a ver a moeda norte-americana cotada a 3,30 reais no final deste ano, contra 3,22 reais anteriormente. Para o ano que vem não houve mudança na projeção do dólar a 3,40 reais.

Já em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) a estimativa passou a ser de uma contração de 3,40 por cento em 2016, sobre recuo de 3,37 por cento anteriormente, enquanto a perspectiva de recuperação no ano que vem diminuiu a 1 por cento, 0,13 ponto percentual a menos.

O IBGE divulga na quarta-feira os dados de novembro do IPCA-15. Já o Índice de Atividade Econômica do BC, espécie de sinalizador do PIB, mostrou na semana passada que a contração acelerou no terceiro trimestre para uma taxa de 0,78 por cento.[nL1N1DI0EL]

Em relação à taxa básica de juros, permanece a expectativa de corte de 0,25 ponto percentual na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do ano, no final deste mês, com a Selic –atualmente em 14 por cento– terminando 2016 a 13,75 por cento. Para o final de 2017 a mediana das projeções continuou indicando 10,75 por cento.

As instituições que mais acertam as estimativas, o chamado Top-5, também não alteraram sua perspectiva de Selic a 13,75 por cento este ano, mas passaram a ver a taxa básica de juros a 11,25 por cento em 2017, sobre 11,50 por cento.

(Por Camila Moreira)

BB faz plano para aposentar 9 mil e fechar 402 agências

BB faz plano para aposentar 9 mil e fechar 402 agências

BB faz plano para aposentar 9 mil e fechar 402 agências para reduzir custos

Por Aluísio Alves

SÃO PAULO (Reuters) – O Banco do Brasil anunciou neste domingo um amplo pacote de medidas destinado a reduzir custos, incluindo um plano de aposentadoria incentivada e fechamento de agências, enquanto luta para elevar sua rentabilidade, que tem caído pela combinação de crédito em queda e aumento de perdas com inadimplência.

O programa, que será implementado em 2017, tem como objetivo gerar economias de 750 milhões de reais por ano só com a revisão da estrutura administrativa e redução de gastos com transporte de valores, segurança, locação e condomínios, manutenção de imóveis, afirmou o banco em nota à imprensa.

Além disso, o plano de aposentadoria incentivada pretende reduzir 9.072 postos de trabalho, de um público elegível – que já reúne as condições para se aposentar –de 18 mil funcionários. No fim de setembro, o BB tinha 109.159 empregados.

Para incentivar a adesão, o banco vai oferecer valor correspondente a 12 salários, além de indenização por tempo de serviço, que varia de 1 a 3 salários, dependendo do tempo de empresa. O período de adesão ao plano vai até 9 de dezembro. Depois disso, o banco vai divulgar o impacto financeiro do plano.

O BB também vai oferecer redução de jornada de 8 para 6 horas diárias a 6 mil assessores da direção geral e superintendências, com objetivo de diminuir em 16,25 por cento o salário médio.

Como parte desse processo, o BB vai encerrar 31 superintendências regionais, 402 agências e transformar outras 379 em postos de atendimento. Em outubro, o BB já havia iniciado o fechamento de outras 51 agências.

Três unidades estratégicas serão fechadas e as funções transferidas para outras diretorias, mas o BB não detalhou quais.

Simultaneamente ao processo de redução de agências, o banco pretende abrir 255 unidades de atendimento digital em 2017. Com isso, o banco espera elevar dos atuais 1,3 milhão para 4 milhões o número de clientes atendidos por esse canal até o fim do ano que vem.
 

Temer diz em reunião do Conselhão que retomada do crescimento é prioridade do país

Temer diz em reunião do Conselhão que retomada do crescimento é prioridade do país

segunda-feira, 21 de novembro de 2016 10:15 BRST
BRASÍLIA (Reuters) – Ao abrir a primeira reunião do Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, o Conselhão, desde que assumiu o governo, o presidente Michel Temer afirmou que é preciso acabar com a ideia de que basta mudar o governo e todos os problemas do governo estarão resolvidos, e que a primeira tarefa do governo será acabar com a recessão.

“Precisamos estancar a ideia de que bastou mudar o governo e tudo se transformou em um céu claro”, disse o presidente. “Três fases são indispensáveis: o combate à recessão, o crescimento e, como consequência, a retomada do emprego”.

Temer afirmou que o tema do encontro do Conselhão será a retomada do crescimento, a “prioridade número um do nosso povo e portanto do nosso governo”.

O presidente também disse que é preciso pacificar o país, que não pode ficar em uma “cisão raivosa”.

Temer retirou, ainda, que a crise enfrentada pelo país é de natureza fiscal, uma vez que “por muito tempo o governo gastou mais do que podia”, e fez uma defesa das medidas de ajuste de gastos implantadas pela atual administração.

(Reportagem de Lisandra Paraguassu)

Esquema de bandas de forró pode ter sonegado R$ 500 mi

Esquema de bandas de forró pode ter sonegado R$ 500 mi

As fraudes no imposto de renda de um dos maiores grupos empresariais de forró do país podem chegar a 500 milhões de reais, segundo a Polícia Federal. O grupo empresarial A3 Entretenimento, que administra a banda de Aviões do Forró e outras três bandas do Nordeste, foi alvo da Operação For All, deflagrada nesta manhã. Continuar lendo “Esquema de bandas de forró pode ter sonegado R$ 500 mi”